O amor… que cura

Sep 17, 2009 by

casal

Quando nos abrimos ao amor também nos abrimos à vida. Os medos são muitos pois normalmente não escolhemos entre o cárcere e a liberdade – e sim entre o cárcere e o medo de mudar.

Um amor tem a capacidade de transformar nossas vidas e justamente por isso é o que há de melhor para nos livrarmos da prisão do egoísmo, da tristeza, do desânimo, da rigidez, da solidão… enfim, de nossos pesadelos despertos.

Reestabelecer a capacidade de amar é também possibilitar ao nosso psiquismo e ao nosso ser a cura para os males que nos afligem.

A cura é a jornada de toda uma vida no sentido da inteireza, assim como o amor…

A cura é abrir os braços ao que é mais temido, ou seja, mudar e integrar aquilo que falta em seu ser…

A cura é abrir o que estava fechado, suavizar o que se endureceu, dar vida ao coração que morreu…

A cura é aprender a confiar na vida e nos aprendizados que ela traz para aqueles que estão atentos…

A cura resulta em criatividade, amor, paixão, expressão do seu ser sem bloqueios, medos e devaneios…

A cura está na fé em si mesmo,fé na humanidade e fé em um poder superior…

E quando esses itens são deixados de lado em nossas vidas, perdemos nossa capacidade para o amor.

Aonde há vida, há o amor. Aonde o amor falta, vem a dor.

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Comentários

  1. Raquel

    Ana,

    Li os post´s anteriores referente ao Complexo de Édipo e pra finalizatr li também o que se refere ao Amor…

    Vou compartilhar um pouco da minha situação, sou noiva do Julio e a quase 4 anos estamos juntos e nos amamos muito, mas algo que me encomoda é o comportamento da mãe dele, ela é uma pessoa extremamente religiosa e “doente” por ele que é filho unico, então quando começamos a nomorar estive uma unica vez na casa deles, mas fui apresentada à ela como amiga do Julio e por isso ela me tratou super bem, depois que soube que namoravamos eu passei a ser a pior pessoa que existe pra ela, desde então fala horrores de mim para o Julio (sem sequer me conhecer), o Julio simplesmete fica calado e deixa ela falar… Quando começamos a nomorar ele escondia a aliança pra ela não ver que estava usando (eu achei um absurdo), me sentia como sendo “a outra”, tinhámos que fazer tudo escondido, ele tinha horário pra chegar e casa (mesmo sendo adulto), chegamos a tetminar quando pedi pra ele se posicionar quanto a esta situação, pois ele disse que não conseguiria, passando o tempo ele me procurou novamente falando que estava decidido a ficar comigo, deste então estamos juntos, mas a mãe dele aparentemente nunca me aceitará, e não é por que sou eu, mas por que ela jamais aceitará nenhuma mulher que ele escolha (esta é a minha impressão).
    Mas o Julio já mudou bastante, já fez terapia, conseguimos viajar juntos ( o que antes era impossível), ficamos noivos, planejamos nos casar e o mas importante de tudo nos amamos e por isso conseguimos administrar esta situação que não é fácil pra mim, muito menos pra ele e imagino que nenhum pouco pra ela, acho que ela sofre mais que todos nós, pois não consegue se abrir para compreender que o filho dela é um homem que tem suas próprias escolhas e consequências do que escolhe, tento entender que na realidade só está tentando protegê-lo, porém demasiadamente.

    Mas enfim, citei minha experiência, pois sei que o amo e por que o casamento é uma decisão de extrema responsabilidade e sinceramente não sei a melhor forma de lidar com esta situação.

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